10 -A contradição fundamental do capitalismo e as formas da sua manifestação; as crises económicas.

A contradição entre o carácter social da produção e a forma capitalista da apropriação dos resultados da produção.

Rendimento Nacional

Rendimento nacional é o resultado apenas da actividade produtiva. Não se deve incluir o sector terciário no R.N.

Os países capitalistas metem todos os sectores no R.N.. Ao analisarmos o R.N. nestes países deve-se corrigir de 20 a 25%.

Redistribuição: feita através de impostos, quotas para segurança social, etc.

As crises económicas.

A análise da produção social na economia capitalista mostra que o curso normal da produção só é possível com a observação de determinadas proporções entre diferentes divisões da produção.

Porém. Nas condições do capitalismo a manutenção destas proporções é praticamente impossível, o que é resultado da acção da contradição económica fundamental do capitalismo:

Entre o carácter social da produção e a forma privada da apropriação da produção.

Esta contradição agudiza-se cada vez mais no processo de reprodução ampliada, já que o desenvolvimento das forças produtivas leva à divisão social do trabalho mais profunda e por conseguinte à socialização cada vez maior da produção.

A contradição fundamental manifesta-se sobretudo no antagonismo entre a produção e o consumo, o que por sua vez reflete as contradições de classes inerente à sociedade capitalista.

Marx escreveu :“ as condições do curso norma da reprodução simples e ampliada inerentes a este modo de produção transformam-se em condições numerosas para o curso anormal da reprodução, em possibilidade também numerosa das crises, porque o equilíbrio é também uma casualidade dado o caracter espontâneo desta produção”

As possibilidades das crises económicas existem ainda na circulação mercantil como consequência do carácter não simultâneo das fases de compra e venda e também em resultado da contradição entre a função do dinheiro como meio de circulação e de meio de pagamento.

A crise económica tem a forma fundamental de crise de superprodução.

Com o inicio da crise todo o sistema da economia nacional capitalista sofre uma quebra radical, nomeadamente: é reduzido o comercio, no mercado aparece uma massa excessiva de mercadorias que não encontram procura, a produção é reduzida bruscamente, nasce o desemprego, falta dinheiro necessário para pagamentos correntes, o crédito é reduzido, baixa a cotação das acções, muitas empresas são arruinadas, falidas.

A própria crise de superprodução tem caracter relativo, porque as mercadorias em excesso não correspondem aos interesses de produção do máximo de mais-valia e ao mesmo tempo as necessidades da população não são satisfeitas.

Ciclos da crise:

As crises de superprodução repetem-se regularmente em determinados períodos.

O período entre o inicio de uma crise e o inicio de nova crise, chama-se o ciclo económico ou ciclo industrial que abrange quatro fases.

1 – a própria crise;

2 – Depressão;

3 – Animação;

4 – Ascenso

As primeiras crises económicas começaram com a ampla introdução, na indústria, de maquinaria mais avançada. Ou seja, com o inicio da época do capitalismo altamente mecanizado ( 1825).

1825 – Inglaterra; 1836 – Inglaterra; 1847-48 – Inglaterra e EUA;

1857 – Primeira crise mundial.

13 respostas a 10 -A contradição fundamental do capitalismo e as formas da sua manifestação; as crises económicas.

  1. Tofes diz:

    Obrigado…

  2. Tofes diz:

    Para um estudo básico introdutório do marxismo-leninismo, e para ser enriquecido a cada momento, o estudante deverá começar com o seguinte: “Manifesto Comunista” de Marx e Engels, “Socialismo Utópico e Científico” e “Discurso à Beira do Túmulo de Carlos Marx” de Engels (em “Obras escolhidas” de Marx, vol. IX); “Economia Política” de Leontiev, “Estado e Revolução” e “Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo” de Lénin, “18 Brumário de Luis Bonaparte” e “Guerra Civil na França” de Marx, “Fundamentos do Leninismo” de Stalin (os capítulos sobre a teoria e o Partido), “Frente Única Contra o Fascismo” de Dimitrov, e “Marxismo-Leninismo vs. Revisionismo”, de W. Foster e outros.

    Õbrigado…

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