01-Como estudar a teoria Marxista-Leninista?

Como estudar a teoria Marxista-Leninista?

Diversos são os caminhos por que as pessoas chegam à compreensão científica do mundo, à consciência de que é necessário participar activamente na renovação revolucionária do mundo. Distintos são, também, os modos pelos quais as pessoas encontram o seu lugar na luta pela materialização  dos nobres ideais da justiça social e igualdade. Mas quanto mais cedo se dá a incorporação na luta pelo novo mundo, tanto mais plena e fecunda se torna a vida. Quanto maior e mais multiforme for a contribuição de cada um para a edificação da nova sociedade, tanto mais se revela a personalidade de novo tipo.

O estudo da teoria marxista-leninista, o conhecimento da prática da edificação da sociedade socialista desempenha um importante papel no modo como as pessoas concebem o mundo, na sua formação científica e moral, no cultivo das qualidades próprias da personalidade de tipo socialista.

Conhecer a teoria marxista-leninista, isto é, a filosofia, a economia política e o comunismo científico, conhecer a experiência da luta pelo socialismo nos outros países não significa apenas ampliar a visão teórico-científica – marxismo-leninismo serve de método científico para o conhecimento do mundo e a sua transformação. A teoria marxista-leninista proporciona aos homens a compreensão lógica do desenvolvimento histórico. Ela ajuda os homens a resolverem os complexos problemas da vida social, a baterem-se pela consecução das metas colocadas, a superar as dificuldades existentes.

O estudo da teoria marxista-leninista pressupõe também o desenvolvimento do modo de pensar criador, de novas capacidades de conhecimento, a obtenção de profundas convicções ideológicas  e de elevadas qualidades  morais revolucionárias, a elaboração de posições activas na luta pela transformação revolucionária do mundo.

“ A verdadeira educação das massas, – assinalava Lenine, – nunca pode ser separada da luta politica independente e em particular da luta revolucionária das próprias massas” 1.

O marxismo – Leninismo fornece-nos a atitude científica indispensável ao esclarecimento dos novos processos e fenómenos, à resolução dos problemas que surgem. O estudo da teoria do marxismo-leninismo impõe que se observem as exigências apresentadas por todo o conhecimento científico:

  • Avaliar com objectividade os processos e fenómenos analisados;
  • Reflectir de modo universal os laços e as relações do processo ou fenómeno analisado, a fim de determinar quais deles são fundamentais;
  • Analisar os processos e os fenómenos no seu desenvolvimento, isto é, considerando as fontes internas das suas alterações;
  • Manter uma atitude histórica concreta face ao objecto analisado;
  • Considerar as necessidades da prática social;
  • Saber encontrar no processo de análise o elo principal do fenómeno.

Manter uma atitude objectiva face aos processos e fenómenos da realidade significa que eles devem ser analisados tal como são na realidade, sem qualquer simplificação ou complicação.

A atitude de classe para com a realidade

Na base da teoria do marxismo-leninismo e da prática da luta revolucionária está a atitude partidária e de classe para com a realidade. Em qualquer sociedade dividida em classes, não há pessoas que a elas não estejam ligadas, que não pertençam a grupos e camadas sociais bem determinadas. Não há nem pode haver pessoas fora das relações sociais existentes. Numa sociedade onde a força motriz é a luta de classes ninguém fica à margem.

V.I. Lenine “ Quando não se vê de imediato que grupos, forças e grandezas políticas ou sociais defendem determinadas propostas, medidas, etc., devemos sempre formular a pergunta?, …Em politica, não é tão importante saber quem defende directamente determinados pontos de vista. O importante é saber a quem tais pontos de vista, tais propostas e tais medidas são vantajosas (…) Não acreditem nas frases, é melhor ver a quem elas servem!”. 2

1 – V-I Lenine . obras completas vol. 30, pag. 314.

2 – VI Lenine. Obras completas .vol.32, pag. 190

Como estudar pelos livros

Sem um estudo sério das fontes – obras de Marx, Engels e Lenine, os materiais do movimento comunista mundial e os documentos partidários – é impossível formar a concepção científica do mundo e dominar a metodologia dialéctica materialista. Também a literatura de ficçaõ e a imprensa progressista são portadores de grande informação sociopolítica.

O processo de aprendizagem autodidática é incompatível com a leitura indiscriminada de tudo «o que vem à mão». Tal processo só será bem sucedido se o leitor souber organizar devidamente o seu material de estudo, o que pressupõe:

  1. Adequada selecção dos livros necessários;
  2. Conhecimento das bases metodológicas de estudo das obras dos clássicos do marxismo-leninismo;
  3. Capacidade de interpretar a informação recebida e fazer as correspondentes anotações;
  4. Saber como escrever os resumos e aproveitar as suas anotações;
  5. Enriquecimento do saber, aperfeiçoamento dos meios de expressão, desenvolvimento de um estilo de exposição do pensamento e enriquecimento do vocabulário pessoal.

1 – Escolha dos livros

Existem livros que organizam e existem livros que desorganizam, por isso, é tão importante saber escolher os livros.

Praticamente em todas as bibliotecas existe um ficheiro. Cada ficha contém, via de regra, um plano resumido, uma síntese do livro ou artigo. Esta informação ajuda-nos a selecionar previamente os livros necessários para o tema em estudo.

Em seguida deve fazer-se um primeiro «exame» dos livros escolhidos. Começa-se pelo aspecto meramente exterior: nome do autor, titulo, local e ano de edição. Frequentemente, no frontispício podemos encontrar um subtítulo, que nos ajuda a elucidar qual a problemática tratada. A informação sobre o ano de publicação  orienta o leitor para um determinado momento ou etapa histórica, permitindo correlacionar a obra com os conhecimento já adquiridos. Estes dados orientam a investigação, dirigem o estudo do livro.

Frequentemente, na contracapa encontramos uma síntese do livro, que deve ser lida, pois ela revela-nos sucintamente o conteúdo do livro, por vezes com apreciações críticas.

Vale a pena, também, ler o índice, para saber de quantas partes, capítulos e divisões o livro é constituído. O índice dá-nos uma ideia do plano do livro e, em certa medida, pode determinar a ordem, a sequência da sua leitura.

Depois de conhecer o índice, é útil ler a introdução ou prefácio. Com frequência, no prefácio fornece-se sucintamente o conteúdo do livro (sobretudo quando isso não é feito na síntese da contracapa). São frequentes as explicações dos motivos que levaram o autor a examinar o tema ou os problemas expostos, mostrando a sua actualidade.

Em seguida, é conveniente ler, ainda que rapidamente, a conclusão ou o posfácio. Neles, via de regra, faz-se o balança da pesquisa empreendida, apresentam-se as conclusões e generalizações fundamentais, indicam-se as vias de estudo ulterior do problema e mostram-se as saídas para os problemas afins. O conhecimento desta parte do livro permite-nos ter uma ideia do seu «resultado», determinar a utilidade da leitura.

O exame preliminar do livro pode ser concluído folheando-o. Deve-se prestar atenção às passagens sublinhadas ou de qualquer forma em destaque. Tal leitura selecionada dá-nos uma ideia do estilo, da língua e do nível teórico da obra. O breve conhecimento do conteúdo, folheando a obra, do seu vocabulário científico e dos comentários permitem-nos julgar da utilidade do livro ou de certos dos seus capítulos para o estudo dos problemas que nos interessam.

Conteúdo do trabalho de leitura

A leitura , durante o estudo das obras do marxismo-leninismo, é  processo complexo de autodidaxia. Um processo de raciocínio activo e criativo, de estudo do conteúdo da obra, de revelação da lógica da exposição, de interpretação das ideias e teses principais, de correlação dos conhecimentos já existentes com os que estão a ser assimilados. Um processo, enfim, de assimilação para o seu aproveitamento na actividade prática posterior.

O estudo das fontes, da literatura sociopolítica científica e de divulgação  científica só pode ter êxito se forem observadas as exigências metodológicas fundamentais do estudo pelos livros. Antes de mais, só é produtiva a leitura atenta, reflectida e concentrada, quando o leitor procura destacar, no material estudado, a ideia fundamental. Por vezes, alguns leitores, ao depararem com um texto difícil e desejando captar apenas as suas teses e pensamentos fundamentais, saltam frases inteiras e mesmo fragmentos. Há que advertir de imediato que semelhante leitura pode conduzir a uma imagem deturpada, a uma compreensão errónea das ideias principais.

Ao estudarmos as obras dos fundadores do marxismo-leninismo e os documentos partidários podemos ver que as teses, as ideias e preceitos teóricos fundamentais se baseiam em todo um sistema de argumentos e provas, tomadas da própria vida. Por isso, o estudo em profundidade das teses teóricas, apresentadas neste ou naquele período histórico, exige do leitor a capacidade de destacar o principal, o substancial e fundamental, a capacidade de apreciar o significado quer do pensamento e das teses fundamentais, quer do sistema de comprovações baseado na prática contemporânea.

Esta metodologia em relação às fontes deve-se ao facto de as obras teóricas dos clássicos do marxismo-leninismo terem sido escritas não como manuais de ensino, mas sim em vista das necessidades históricas concretas do desenvolvimento social. Os problemas teóricos foram assim elaborados na base da meticulosa análise dos problemas práticos surgidos em situações históricas concretas.

Condição importantíssima para o estudo bem sucedido das fontes é a assimilação consciente do material lido. Não memorização mecânica ou acumulação quantitativa de conhecimentos, mas compressão profunda do problema estudado. Só quando as ideias e teses fundamentais se tornam elementos da posição pessoal perante a vida se pode defendê-las consequentemente; só então elas podem realmente servir de guia para a acção.

Na qualidade de critérios fundamentais da assimilação de um livro podemos enumerar os seguintes:

  1. Saber separar e destacar as suas teses, julgamentos e afirmações fundamentais, isolando-os dos suplementares , secundários;
  2. Capacidade de destrinçar as comprovações da veracidade das teses e afirmações fundamentais do autor;
  3. A compreensão da razoabilidade, da justeza dos exemplos apresentados no livro para confirmar os juízos do autor;
  4. Saber destrinçar criticamente o conteúdo do livro e definir a sua atitude para com ele em geral;
  5. A capacidade, enfim, de formular uma apreciação geral sobre as conclusões fundamentais.

Ao terminarmos a leitura de um parágrafo, de um capitulo ou de toda a obra em geral é útil colocarmos certas questões lógicas: de que trata a obra em questão? Quais os problemas fundamentais que nela se focam? Como são resolvidos? De que modo são comprovados e confirmados? Que conclusões se tiram? O que nos deu, de novo, o estudo desta obra? Para que questões como conseguimos apurar respostas? O que não ficou claro ou se mantem incompreendido? Que teses e ideias continuam a ser actuais nas condições contemporâneas?

Anotações do material estudado.

Uma das formas eficazes de trabalho independente com livros são as anotações. A elaboração de um breve sumário do que se leu obriga a penetrar mais fundo no conteúdo, habitua a determinar o essencial, o principal no material lido, contribuiu para a sua assimilação mais firme. As anotações estimulam a atenção durante o processo de trabalho, desenvolvem a capacidade de formular com clareza e nitidez o pensamento, lapidam e elevam a linguagem.

Os sumários ajudam a memorizar melhor o que foi lido, pois na sua elaboração participa não só a memória visual como a memória motora, activa. Anotações bem-feitas ajudam a restabelecer na memória o que foi estudado antes; mesmo após longo intervalo de tempo podem servir de apreciável prontuário.

O tipo concreto de anotações a fazer é determinado por muitas condições: tarefas colocadas, especialidade da obra, etc. Assim, se o conteúdo do livro não é complexo e a sua informação se assimila co facilidade, podemos limitar-nos à composição do plano do livro.

A composição do plano do livro depende do circulo de problemas e questões examinados, devendo estabelecer vínculos lógicos entre eles, dispor a informação num determinado sistema. A composição do plano supõe a análise do material, a estratificação das sua partes integrantes, a formulação dos títulos de cada parte.

O plano pode simples, complexo e misto.

O plano simples caracteriza-se pela composição do material da obra em estudo. Este material é dividido em unidades e subunidades lógicas, as quais por sua vez se subdividem em títulos e subtítulos, fixados em orações determinativas, interrogativas ou narrativas. Pode elaborar-se o plano em forma de citações. Neste caso, em lugar do título ou do subtítulo escolhe-se uma citação ou escolhem-se as palavras do autor, que transmitem o conteúdo da parte examinada.

O plano complexo inclui algumas explicações suplementares relativas aos pontos fundamentais consagrados no plano simples. Ao compor-se um plano complexo, o material não só se subdivide em partes lógicas integrantes, como cada uma delas por sua vez se divide em secundárias, submetidas a uma análise mais circunstanciada.

O plano misto caracteriza-se por combinar a forma simples e complexa. Ele consiste de orações determinativas, interrogativas e exclamativas, cada uma das quais pode ser concretizada através de subquestões.

Alguns conselhos sobre técnica de composição e resumo.

Antes de iniciar, é necessário ler atentamente p texto, entendê-lo, compreender o sentido e o conteúdo do que foi lido. O material é analisado pé analisado profundamente, dividido em partes lógicas. Frisamos os pensamentos e as teses fundamentais desse material, destacamos as conclusões e elucidações delas decorrentes. Em conformidade com a tarefa colocada ou com o problema em estudo, determina-se o que tem maior significado, os aspectos em que há que concentrar a atenção.

O método da exposição depende da finalidade do resumo, bem como do carácter do trabalho estudado. É mais racional observar a seguinte sequência:

a)   Expõe-se a tese teórica;

b)   Revela-se a sua essência, o seu conteúdo;

c)   Transcreve-se o seu material de facto, ilustrativo, que a concretiza;

d)   Analisa-se o seu significado científico e prático.

A elaboração de um bom resumo supõe a observação de uma série de importantes momentos. Antes de mais, devemos escolher uma forma cómoda de anotações. Assim, aproximadamente um terço de página deve estar reservada à elaboração posterior de anotações, ficando 2/3 restantes para o próprio resumo.

Cada novo tema deve ser exposto em página separada. Depois de a cada parte ou divisão terminada, ou depois de se focar um dos problemas, pode fazer-se um pequeno intervalo de 3 ou 4 linhas. Posteriormente, este intervalo pode ser preenchido por observações próprias, referências a certas fontes ou então pela inscrição de novos dados.

O texto resumo divide-se logicamente em partes e subdivisões. Para tanto, cada nova ideia, pensamento ou exposição do problema inicia-se com um paragrafo, isto é, escreve-se numa nova linha, afastando-se 3 ou 5 sinais da margem.

As anotações devem ser feitas de modo a permitir o trabalho posterior com as mesmas. Esta capacidade não surge de imediato, mas sim com a aquisição de certos hábitos de composição, com o domínio de determinada técnica de trabalho.

È racional escrever as ideias, teses, definições e conclusões fundamentais em itálico sublinhando ou mudando um pouco a caligrafia. Melhor ainda serão as anotações com tintas de cores diferente. Durante as anotações deve deixar-se espaço entre linhas para que se possa sublinhar os trechos necessários durante o trabalho posterior.

Ao compor-se o resumo, deve dedicar-se grande atenção à redução das palavras. O melhor é recorrer às reduções de uso geral. Elas podem ser assimiladas nos prefácios das enciclopédias e dicionários. Além disto, podem também criar-se as próprias reduções : escrever as primeiras duas ou três letras de uma palavra, omitir as letras do meio da palavra ou anotar as letras iniciais e finais, etc.

Todavia, não devemos recorrer muito às reduções, pois podemos criar um resumo repleto de reduções, que com o tempo serão incompreensíveis para nós mesmos.

Como elaborar as anotações.

Uma vez reunidos os materiais, passa-se a elaborá-los. Antes de mais, devemos dividir o resumo em partes lógicas, destacando as ideias e teses fundamentais, assinalando as teses teóricas fundamentais e o material ilustrativo.

Cada aparte lógica independente deve ter o seu titulo. Este título é inscrito na margem, no início de cada parte. Deste modo, analisa-se o material exposto no resumo, compõe-se o seu plano. Durante o estudo posterior do tema, este plano será um importante auxiliar orientador e informador.

Durante a elaboração dos sumários deve recorrer-se a um sistema de sinais convencionais. O texto, como dissemos, pode ser sublinhado com tinta de cores diferentes ou ser sublinhado com caligrafia distinta. A elaboração do resumo será facilitada se recorremos a uma série de sinais convencionais, a inscrever nas margens. Os sinais mais difundidos são os seguintes:

NB  – Note bem, muito importante;

Sic. – excelente

!!!     – prestar atenção, interessante;

?    – problemático;

??  – duvidoso;

=    – igual;

 >  –  mais , maior;

<   –  menos, menor;

><  – mais ou menos;

V, V – Intercalação;

…   – repetição ( estes pontos são colocados na vertical)

 £     – resultado soma;

 ££    – resultado geral;

 W  – Pelo contrário;

PS – Post-scriptum – aditamento, complemento, inscrito posteriormente.

Nota: retirado do livro Compêndio metodológico – de Vassili Krapivin – 1982 – edições agencia novosti.

I — O Que Estudar

Para um estudo básico introdutório do marxismo-leninismo, e para ser enriquecido a cada momento, o estudante deverá começar com o seguinte: “Manifesto Comunista” de Marx e Engels, “Socialismo Utópico e Científico” e “Discurso à Beira do Túmulo de Carlos Marx” de Engels (em “Obras escolhidas” de Marx, vol. IX); “Economia Política” de Leontiev, “Estado e Revolução” e “Imperialismo, Fase Superior do Capitalismo” de Lénin, “18 Brumário de Luis Bonaparte” e “Guerra Civil na França” de Marx, “Fundamentos do Leninismo” de Stalin (os capítulos sobre a teoria e o Partido), “Frente Única Contra o Fascismo” de Dimitrov, e “Marxismo-Leninismo vs. Revisionismo”, de W. Foster e outros.

Para o estudo intermediário sugere-se o seguinte: para uma visão de conjunto mais profunda do marxismo, o aluno deverá ler o “Anti-Dühring” de Engels. Para melhor conhecimento histórico das características do capitalismo, “A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado”, “A Guerra Civil na Alemanha” e “A Questão da Habitação”, todos de Engels. Sobre o leninismo, deverá estudar “Fundamentos do Leninismo” de Stalin, a “História do PC(b) da URSS”, o “Que fazer?” e Colapso da 2.ª Internacional” de Lénin (“Obras escolhidas” de Lénin, vol. V), “Ala Esquerda do Comunismo” de Lénin, “Leninismo” de Stalin (Obras escolhidas, único volume); o ensaio de Stalin intitulado “O Marxismo e a Questão Nacional” (no livro do mesmo nome); a “Questão Negra nos E.U.” de James Allen (edição revista em preparo — falarei mais tarde das obras americanas), e “A Grande Guerra Patriótica” de Stalin. O aluno deverá estudar a filosofia marxista através da leitura do “Ludwig Feuerbach” de Engels e das cartas de Marx e Engels sobre o materialismo histórico, encontradas no vol. 1 das “Obras escolhidas” de Carlos Marx. Para conhecer a doutrina econômica, deverá ler “Trabalho Assalariado e Capital” (com a introdução de Engels) “Valor, Preço e Lucro” e o vol. 1 do “Capital” de Marx.

15 respostas a 01-Como estudar a teoria Marxista-Leninista?

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