16 – A integração imperialista, a sua essência e consequências; a crítica das teorias burguesas sobre este assunto

– A correlação de forças a favor do socialismo, e a influência, que este exerce sobre o capitalismo;

– A redução da esfera territorial de dominação do imperialismo, que diminui consideravelmente as possibilidades de expansão dos monopólios;

– A Queda dos impérios coloniais, o ascenso do movimento nacional de libertação que aprofundam, em grande medida, as contradições estre potência imperialistas e os países que se libertaram do jugo colonial;

– Por outro lado as lutas de classe. Mesmo nos centros do imperialismo;

Tudo isto leva o imperialismo a conjugar os seus esforços tanto no domínio económico como político- militar, na luta contra o socialismo mundial, o movimento operário internacional, e o movimento de libertação nacional.

Nas condições do capitalismo a integração como processo de aproximação económica das nações e povos é submetida aos objectivos de obter cada vez mais lucros para o capitalismo, à estratégia do imperialismo de adaptação à nova disposição das forças na arena internacional.

A integração, sob o capitalismo, desenvolve-se de um certo modo profundamente antagónico.

– Instabilidades no agrupamento dos imperialistas;

– AS relações capitalistas privadas;

– Desenvolvimento económico e político desigual dos países capitalistas.

A dialéctica da integração capitalista reside no facto de que, engendrada por um muito alto grau de concentração, a integração contribui ainda mais, por seu turno, para a concentração da produção e do capital em escala nacional e internacional.

A integração dá um certo impulso ao aumento do volume de produção, do comércio interno e externo.

Desenvolve-se a especialização e a cooperação entre diversos ramos da economia, a produção aumenta, entrelaçam-se em todos os sentidos os monopólios industriais e bancários dos países integrantes.

Mas, os relativos, altos ritmos de crescimento da produção industrial, dos países membros, caracterizam, sobretudo, o período inicial da CEE. Isso devia-se ao facto, em certa medida, que aqueles anos coincidiram com o ascenso cíclico da produção depois da crise de 1957 – 1958

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