12- As Leis da dialéctica

Lei da unidade e luta dos contrários e sua importância para a prática revolucionária.

A unidade dos contrários é condicional, temporária, transitória e relativa;

A luta dos contrários que se excluem mutuamente é absoluta, como é absoluto o desenvolvimento e o movimento.

O desaparecimento do objeto com determinada unidade contrária e o surgimento de novo objeto com nova unidade contrária. Significando que a luta dos contrários tem como consequência o desaparecimento do objeto com determinada unidade contrária e o surgimento de um novo objeto com uma nova unidade de contrários que lhe é nova.

Cada objeto, cada fenómeno é uma unidade de contrários.

As contradições internas são uma propriedade essencial da estrutura de qualquer objeto e processo.

A luta dos contrários é a forma do desenvolvimento.

A todas as coisas, fenómenos e processos são inerentes contradições internas, aspetos tendências contrárias, que se encontram em estado de interconexão e negação reciproca.

A luta dos contrários dá um impulso interno ao desenvolvimento e leva à maturação das contradições, que são superadas numa determinada etapa pelo desaparecimento do velho e surgimento do novo.

É na lei da unidade e luta dos contrários que se revelam todas as outras leis da dialéctica.

Esta lei é fundamental para o combate àqueles que dizem que o movimento é originado por causas externas “idealistas”.

Noção de diferença, contrário e contradição:

Diferença: É o caracter da contradição no começo do seu desenvolvimento. A diferença , passa-se enquanto observamos qualquer coisa em repouso, em estado estático;

Contrário: Ao analisarmos um objeto ou fenómeno, a sua modificação o seu movimento e o seu desenvolvimento, descobrimos aqui aspetos e processos opostos.

Todos os objetos materiais comportam aspetos contrários.

A todos os objetos são inerentes aspetos e tendências opostas. Os aspetos contraditórios, existem num mesmo fenómeno, aparecem na mesma unidade.

Contradição: É a relação que caracteriza a unidade dos contrários e, ao mesmo tempo, a luta continua entre eles.

São as contradições internas a origem do movimento e desenvolvimento dos objetos e fenómenos.

O carácter das contradições, as suas formas de realização e desenvolvimento, e os modos da sua superação não podem ser idênticos na natureza orgânica e inorgânica, na natureza e na sociedade , nas diferentes formações sociais.

A contradição dialéctica e sua essência:

A teoria das contradições é o núcleo da dialéctica.

O marxismo compreende como contradição Dia léctica a existência, num ou noutro fenómeno ou processo, de aspetos contrários, que se excluem mutuamente, mas, ao mesmo tempo, pressupõem um ao outro.

Em todas as coisas existe uma contradição interna, que constitui a fonte e a força motriz do seu desenvolvimento.

As contradições internas são uma propriedade inalienável da estrutura de qualquer objeto ou processo.

Cada objeto, cada fenómeno é uma unidade contraditória.

Contradições internas, externas, principais e secundárias, fundamentais e não fundamentais antagónicas e não antagónicas:

Contradições externas; As diferentes entre vários objetos manifestam-se como contradições externas;

Num sistema mais amplo do qual fazem parte diversos objetos, as diferenças entre eles tornam-se contradições internas.

Cada objeto tem as suas contradições internas, que são, de facto, origem fundamental do desenvolvimento.

As contradições internas desempenham papel decisivo no desenvolvimento. Estas são as que são próprias ao objeto. Encontram-se dentro de cada objeto. Os processos ocorridos dentro de cada país estão determinados pelas contradições internas.

Externas são contradições entre um organismo e o meio externo.

As contradições externas influenciam – as contradições internas determinam.

Contradições antagónicas: Encontram-se nas contradições de forças e classes socias inimigas que têm objetivos e interesses radicalmente opostos.

O carácter antagónico das contradições determina igualmente o seu decurso e desenvolvimento e os modos da sua solução.

Denominam-se antagónicas as contradições entre aqueles grupos ou classes socias, cujos interesses são inconciliáveis.

As contradições antagónicas representam um fenómeno histórico. São engendradas pela sociedade baseada na exploração e existem enquanto esta sociedade existir.

Com o Socialismo desaparecem as contradições antagónicas, mas as contradições não deixam de existir.

Contradições não antagónicas: Estas formas encontram-se nas contradições entre classes e forças sociais, cujas condições de vida determinam uma igualdade de objetivos e interesses fundamentais. Ex. Classe operária e campesinato.

A negação das contradições antagónicas na sociedade capitalista leva ao reformismo.

Os oportunistas e revisionistas pregam a conciliação de classes. Não reconhecem o carácter antagónico das contradições entre classe operária e burguesia.

As contradições não antagónicas na sociedade social: aqui os interesses das classes e grupos coincidem. A solução destas contradições processa-se não pelo caminho da luta de classes mas na colaboração de classes e camadas sociais.

As contradições não antagónicas permanecem após a liquidação dos restos das diferenças de classes. Entre produção e consumo.

Contradições fundamentais e não fundamentais : aquelas que caraterizam o objeto e determinam o seu desenvolvimento desde o momento do aparecimento até ao fim e que integram todas as outras contradições, isto é , as não fundamentais.

Contradições principais e secundárias: Principais, aquelas que determinam a essência de uma etapa.

A contradição muda de uma etapa para a outra. Aquilo que em certas condições pode ser contradição secundaria, sob novas condições torna-se contradição principal.

A correta definição das contradições principais e secundárias permite determinar as tarefas e permite lançar as verdadeiras formas de luta que correspondam `marcha objetiva do desenvolvimento.

A Lei da passagem das transformações quantitativas em qualitativas.

Qualidade: conjunto de todas as propriedades fundamentais que estão inseridas num determinado objeto ou fenómeno.

A qualidade indica os limites que separam uns dos outros os fenómenos da realidade material. A modificação da qualidade acarreta a modificação radical do próprio objeto ou fenómeno.

Num objeto ou fenómeno existe apenas uma qualidade.

EX: O que distingue os homens uns dos outros, são as suas diferentes propriedades. Mas, qualitativamente e em relação ao mundo que os rodeia os homens têm todos a mesma qualidade, dado que a sua qualidade é o conjunto de todas as propriedades e esta qualidade revela-se nas propriedades fundamentais que são: capacidade de comunicação, de pensar, mover-se pelos seus próprios meios, de ver, ouvir, falar, etc., capacidade de transformar conscientemente o mundo que o rodeia.

Um objeto ou fenómeno mantém a sua qualidade, mesmo que perca algumas das suas propriedades (uma maçã com parte deteriorada não perde a qualidade de maçã, um homem ou mulher sem um braço não deixa de ter a qualidade de homem ou mulher)

A qualidade está ligada com o ser. O ser existe enquanto existe a sua qualidade.

Se a qualidade é uma determinação interna da coisa, se é uma característica igual à coisa. A quantidade é independente do ser.

Qualidade igual ao ser do objeto

Quantidade diferente do ser do objeto.

Quantidade é uma característica externa do objeto. Cada objeto e cada fenómeno representam a unidade da qualidade e da quantidade. Esta unidade é expressa no conceito de medida.

Medida é o limite dentro dos quais o objeto modificando-se fica o mesmo. Ex: – entre o nascimento e a morte – entre a passagem da água ao sólido e ao estado de vapor (de 0 a 100º = medida).

A lei da passagem da quantidade à qualidade é objetiva e concreta e geral porque existe em todos os fenómenos e objetos. Manifesta-se através da unidade e luta dos contrários. Existe independentemente da vontade do homem.

Esta lei exprime a interconexão e interação dos aspetos quantitativos e qualitativos dum objeto, ao princípio imperceptiveis, acumulando-se gradualmente, rompem cedo ou tarde a medida do objeto e provocam transformações qualitativas radicais que decorrem por saltos e se realizam sob múltiplas formas, conforme a natureza dos objetos e as condições do seu desenvolvimento.

No mundo á nossa volta dois tipos de transformações; Transformações quantitativas graduais e transformações quantitativas bruscas.

As transformações, na sociedade, quantitativas são evolucionais – as transformações, na sociedade, qualitativas são revolucionárias.

A evolução prepara a revolução e a revolução prepara a evolução interior.

O salto: a passagem da coisa, em consequência da acumulação de modificações qualitativas, de um estado para outro novo. Salto significa uma reviravolta brusca, uma modificação radical do desenvolvimento.

O salto é o estádio das mudanças qualitativas, radicais do objeto, o momento ou período de transformações da velha qualidade em nova.

Os saltos são objetivos. Realizam-se não quando os homens querem, mas quando amadurecem as condições objetivas correspondentes.

Diferença entre salto na natureza e na sociedade: Na natureza atuam as forças espontâneas, o salto realiza-se através destas forças. Na natureza o salto é a proclamação das suas leis espontâneas.

Na sociedade o salto realiza-se através da atividade consciente das pessoas. As pessoas possuem consciência. O estado quantitativo para outro realiza-se através do salto.

A Lei da  Negação da Negação como manifestação da unidade do caráter progressivo e ininterrupto e repetitivo do progresso social.

– 3ª Lei da dialética. Geral, objetiva, indissoluvelmente está ligada com as outras leis da dialética. Ao mesmo tempo tem o seu conteúdo original, particular.

Conteúdo: Mostra a orientação do movimento, qual a tendência geral do mundo material. Está a revelar as particularidades do desenvolvimento, na natureza e na sociedade. Mostra que é inevitável o progresso no desenvolvimento da natureza e da sociedade. Está a revelar o caráter contraditório do progresso.

Em que consiste esse caráter?

Na sociedade em geral de movimento progressivo são possíveis alguns movimentos regressivos em certos períodos históricos.

A negação dialética e seu papel no desenvolvimento; A superação do velho pelo novo, que surge tendo por base o velho, denomina-se negação. Isto é a base do desenvolvimento, substituição do velho pelo novo, do que perece pelo que surge.

Marx: “em nenhuma esfera pode ocorrer um desenvolvimento que não negue as suas formas anteriores de existência”.

Cada nova época  que surge na base da anterior, é uma certa negação da velha época.

No mundo orgânico, cada nova espécie  de planta ou animal que surge na base da velha espécie, é ao mesmo tempo sua negação.

A história da sociedade também é uma cadeia de negação das velhas ordens sociais.

Da sociedade primitiva pela sociedade esclavagista, da esclavagista pela feudal, da feudal para o capitalismo e deste para o socialismo.

A negação é inerente  também ao desenvolvimento da consciência.

Cada teoria cientifica nova, mais aperfeiçoada, supera a antiga, menos aperfeiçoada.

A negação é resultado do próprio desenvolvimento interno do objeto.

A negação é a superação do velho na base das condições internas, em resultado do autodesenvolvimento, do auto movimento dos objetos e fenómenos.

Assim, o Socialismo substitui o capitalismo como resultado da solução das contradições internas inerentes ao regime capitalista.

As conceções metafisicas e dialéticas da negação:

A conceção dialética da negação, parte de que o novo não destrói o completamente o velho, mas conserva tudo o que de melhor está contido nele.

O novo absorve os aspetos positivos do velho, criticando-o e melhorando-o.  Assim o novo regime social, ao negar o velho, conserva as suas forças produtivas. As conquistas da ciência, da técnica e da cultura.

A conceção marxista da negação reconhece a sucessão. A ligação do novo com o velho no processo de desenvolvimento.

Do velho são extraídos apenas elementos e aspetos isolados, não os unindo mecanicamente a si, o novo assimila-os e transforma-os de acordo com a sua própria natureza.

Conceção metafisica : Esta compreende a negação como a eliminação e a destruição absoluta do velho.

Lenine denominou de “ nua” e “inútil”, pois exclui qualquer possibilidade de desenvolvimento posterior.

Os representantes da corrente burguesa ( prolekult) preconizavam o abandono da cultura criada no regime burguês e  a formação de uma nova cultura proletária em seu lugar.

Orientação segundo a qual a cultura antecedente devia ser completamente liquidada. “ Há que destruir tudo, há que criar tudo de novo”

A metafisica recorre à ajuda de deus para explicar o aparecimento do novo.

A essência da lei da negação da negação e as formas da sua manifestação:

Esta lei mostra a orientação do movimento. Caracteriza o desenvolvimento não como um movimento rectilinio, mas como um processo extraordinariamente complexo, em espiral, com uma determinada repetição dos estádios percorridos. É o desenvolvimento em espiral e não em linha reta.

O desenvolvimento toma a forma duma espiral, significando cada um dos seus círculos ou espiras um estado mais desenvolvido.

Segundo esta lei o desenvolvimento é uma cadeia infinita de negações.

Tese, antítese e síntese.

O processo de negação é apresentado frequentemente como tese, (ponto de partida) antítese (primeira negação) e síntese( segunda negação).

A lei da negação da negação, tal como qualquer lei da dialética, não impõe nenhum esquema, ela aponta unicamente para o modo correto de investigar a realidade.

Em Portugal, numa primeira fase negação do fascismo passagem para um regime democrático, social-democrata, criação das premissas para a negação deste regime e passagem para o socialismo.

Resumo:Leis  objectivas, universais necessárias e essenciais aos fenómenos e objectos, que se caracterizam pela sua estabilidade e repetição.

As leias da dialéctica agem em toda a parte.

Qualidade e quantidade  são particularidades próprias a toda a matéria e a todos os processos. Só existem na medida em que esses objectos existem. Qualidade fenómeno que permite distinguir objectos uns dos outros.

Transformação da qualidade em quantidade – quantidade característica exterior do objecto. Cada objecto, cada fenómeno representa a unidade da quantidade e da qualidade.Esta unidade é expressa em conceito de medida.

Esta lei é objectiva e concreta e geral, porque existe em todos os fenómenos e objectos, manifesta-se através da unidade e luta dos contrários.

Esta lei na sociedade – As transformações quantitativas na sociedade são evolucionistas. as transformações qualitativas na sociedade são revolucionárias.

A evolução prepara a revolução e a revolução prepara a evolução interior.

A passagem da quantidade a qualidade faz-se através do salto. Salto etapa superior do desenvolvimento.

Na natureza salto realiza-se através da manifestação das leis espontâneas.

Na sociedade o salto realiza-se através da actividade consciente das pessoas.

Materialismo Dialéctico: Leis da Dialéctica

A que se propõe?

O marxismo propõe-se a responder a questões relacionadas sobre natureza e humanidade, incluindo questões sobre:

  • A origem da energia ou movimento na natureza;
  • As razões pelas quais galáxias, sistema solar, planetas, animais e todos os reinos da natureza constantemente aumentar em quantidade;
  • A origem da vida, das espécies, da consciência e da mente;
  • A origem da ordem da sociedade e da sua direcção; e
  • O fim da história e do que pode ser parecido como tal.

Marx e Engels responde a todas estas questões, utilizando as três leis do movimento, ou seja, da dialéctica, descoberto pela primeira vez pelos filósofos gregos e, mais tarde, codificadas por Hegel. Essas três leis são descobertas no interior da Natureza em vez de ser sobreposta sobre ela.

A lei da unidade e conflito de opostos

Marx e Engels começou com a observação de que toda a existência é uma unidade de opostos. Por exemplo, a electricidade é caracterizada por uma carga negativa e positiva, e os átomos consistem em protões e electrões,  que estão unificados, mas  em última instância, são forças contraditórias. Os seres humanos através de introspecção descobrem que são uma unidade de qualidades opostas: masculinidade e feminilidade, egoísmo e altruísmo, humildade e orgulho, e assim por diante. A conclusão marxista sendo que tudo “contém duas reciprocidades, exclusivas e incompatíveis, mas no entanto, partes ou aspectos igualmente essenciais e indissociáveis”. O conceito base é que esta unidade dos opostos na natureza faz cada entidade ser-se auto-dinâmica, e proporciona este constante motivo para movimento e mudança. Esta ideia foi emprestado de Georg Wilhelm Hegel, que disse: “Contradição na natureza é a raiz de todo movimento e de toda a vida.”.

A Lei da Negação da Negação

A lei da negação foi criado para dar conta da tendência de natureza aumentar constantemente em quantidade todas as coisas. Marx e Engels demonstraram que as entidades tendem a negar-se, a fim de antecipar ou reproduzir uma maior quantidade. Isto significa que a natureza da oposição que gera conflitos, em cada elemento e lhes dá movimento tende também a negar a coisa em si. Este processo dinâmico de nascimento e destruição é o que provoca às entidades evoluir. Esta lei é comummente simplificada como o ciclo de tese, antítese, e síntese.

Na natureza, muitas vezes Engels citou o caso das sementes de cevada que, no seu processo natural, quando germinam negam-se produzindo uma planta; a planta cresce até o seu vencimento, por sua vez, e é por si só depois negada tendo muitas sementes de cevada. Assim, toda natureza está em constante expansão através de ciclos.

Em sociedade, temos o caso da classe. Por exemplo, a aristocracia foi negada pela burguesia; e de seguida a burguesia criou o proletariado que, um dia, lhes negará. Isto demonstra que o ciclo da negação da negação é eterno, já que a entidade gerada transporta consigo o seu próprio coveiro, ie, transporta consigo a sua própria negação.

A lei da passagem das mudanças quantitativas em qualitativas

Esta lei estabelece que o continuo desenvolvimento quantitativo resulta em “saltos” qualitativos, no qual uma forma ou entidade completamente nova é produzida. Isto é como o “desenvolvimento quantitativo torna-se mudança qualitativa”. Permite a reciprocidade, em que transformação de qualidade afecta a quantidade.

Esta teoria desenha muitos paralelismos com a teoria da Evolução. Filósofos marxistas concluíram que as entidades que, através de acúmulos quantitativos, são inerentemente capaz de “saltos” qualitativos. A lei demonstra que, durante um longo período de tempo, através de um processo de pequenas e quase irrelevantes acumulações, a natureza desenvolve perceptíveis mudanças de direcção.

Isto pode ser ilustrado pela erupção de um vulcão, que é causada por anos de criação de pressão. O vulcão pode já não ser uma montanha, mas quando esfria a sua lava tornar-se-á terras férteis onde anteriormente não havia nenhuma. Uma revolução que é causada por anos de tensões entre facções opostas na sociedade funciona como uma ilustração social. A lei também ocorre em sentido inverso, exemplificando:  através da introdução de melhores ferramentas agrícolas (mudança de qualidade), essas ferramentas irão ajudar no aumento do montante do que é produzido (alteração da quantidade.

Retirada daqui:http://leituracapital.wordpress.com/2008/11/17/materialismo-dialectico-as-leis-2/

ver também:http://leituracapital.wordpress.com/2009/03/08/capitulo-dialectica-lei-da-negacao-da-negacao-2-em-anti-duhring/ 

15 respostas a 12- As Leis da dialéctica

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